Feministas da Polónia, Portugal, Eslováquia, Lituânia, Malta e Irlanda oferecerão os seus testemunhos de "discriminação" porque nos seus países não têm o "direito" de abortar.
Já que a UE tem como premissa o amparo da mulher contra a discriminação, o que se busca com estas "denúncias" é convencer os representantes europeus da suposta "injustiça" cometida contra elas.
Estes, por sua vez, deveriam pressionar os países com constituições pró-vida que são membros da organização, para induzir uma modificação nas leis que permita o livre acesso ao aborto.
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