Numa declaração divulgada em 16 de Abril, o organismo episcopal afirmou que vender e entregar a chamada «pílula do dia seguinte», sabendo que pode impedir a nidação, é um atentado contra a vida das pessoas.
O documento destaca que os próprios laboratórios que distribuem a pílula advertem no seu instrutivo que «pode impedir a implantação».
Sobre o particular, o organismo episcopal afirma: «Um mal provável não é um provável mal, mas um mal certo. Vender e entregar esta pílula sabendo que pode impedir a nidação é um atentado contra a vida das pessoas».
Agrega que ao pôr este fármaco à disposição de qualquer mulher que diga ter sido objecto de uma violação, evita-se a discussão sobre se o produto pode ser comprado com ou sem receita médica, discussão que, ao contrário, outros países abordaram seriamente. |