Francamente, não existe o «direito» de morrer, nem de acordo com as leis de Deus nem com as leis dos homens. Os activistas pró-eutanásia fabricaram o «direito de morrer» com muita habilidade, a fim de fazer apelos às pessoas que se acostumaram a aceitar impensadamente «direitos» novos e perigosos. Os «direitos» formulados sob o guarda-chuva «direito à privacidade» incluem a contracepção, o aborto, o infanticídio directo e indirecto, várias actividades homossexuais, a pornografia e a eutanásia. As Cortes de Justiça têm usado o tal chamado «direito à privacidade» repetidas vezes para legitimar comportamentos que muitas pessoas consideram abomináveis ou imorais – simplesmente por não haver nenhuma justificação legítima possível para eles.
Fundamentalmente, o «direito de morrer» não é um direito – é a privação de todos os direitos possíveis, e como na Holanda e na República da China, será inevitável para muitas pessoas o dever de morrer.
Como afirmou o ex-governador do Colorado, Richard Lamm, no dia 27 de Março de 1984: «... temos o dever de morrer. O mesmo acontece com as folhas quando caem de um árvore formando o húmus para que outras plantas possam crescer. Temos um dever de morrer e não atrapalhar o caminho com as nossas máquinas e corações artificiais e tudo o mais, e permitir que a outra sociedade, os nossos filhos, construam uma vida razoável.»
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